Eike Batista tem como objetivo transformar o Rio de Janeiro em um dos lugares mais dinâmicos e ricos do mundo

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Ele é o homem mais rico do Brasil e o oitavo do mundo

A holding EBX, controlada pelo empresário, pretende investir R$ 34 bilhões no Rio nos próximos dois anos, construindo portos, fábricas e procurando petróleo.

'Se eu olhar para o Rio daqui a 10, 15 anos, será inacreditável', afirmou Eike. Para ele, a cidade será 'uma mistura de Califórnia, Nova York e Houston, combinando praias estonteantes com importância financeira e arquitetura ultramoderna'.

O jornal relata o projeto de Batista para a construção da 'Cidade X', uma 'cidade digital supermoderna para cerca de 250 mil pessoas', erguida a partir do nada a cerca de 240 quilômetros do Rio de Janeiro.

Para a capital, os projetos de Batista incluem a limpeza da lagoa Rodrigo de Freitas, o estabelecimento de um cruzeiro de luxo para turistas, a recuperação da marina da cidade e a restauração do Hotel Glória.

Como patrocinador da candidatura do Rio pela organização da Olimpíada de 2016, ele doou mais de R$ 15 milhões para a campanha e também mais R$ 100 milhões para ajudar a financiar as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) nas favelas cariocas.

'A maioria dos ricos brasileiros vive 90% de seu tempo no Brasil, mas guarda dinheiro para comprar algo em Nova York, ou Miami ou Londres ou Paris', disse ele.

'Seus filhos às vezes precisam viajar em carros blindados. Vamos mudar isso. Aqui é o paraíso', afirmou.

Extravagância

A 'extravagância' de Batista é uma exceção num país como o Brasil, com grandes diferenças entre os ricos e os pobres e onde os mais abastados preferem se manter discretos.

O empresário diz que 'a única maneira de mudar as coisas no Brasil' é as pessoas mostrarem o que têm. 'Acho que de certa forma os brasileiros não querem dizer que são ricos porque não querem ajudar. Eu não gosto disso', disse ele.

A ascensão de Batista coincidiu com 'grandes mudanças no Rio, com novas políticas de segurança, um incipiente boom de petróleo e a expectativa da Copa do Mundo e da Olimpíada jogando os aluguéis e os preços dos imóveis para os céus e atraindo uma onda de investimentos estrangeiros'.

'Nossa autoestima está no teto, com a Copa do Mundo, a Olimpíada, uma série extraordinária de investimentos chegando', diz Batista.

Para ele, parte do sucesso do Rio se deve às políticas do governo para retomar o controle das favelas da cidade. 'Como cidadão do Rio de Janeiro, isso é maravilhoso, porque podemos ver a solução. Ela funciona. Está funcionando. Com a pesada criação de riqueza... Eu posso ver tudo isso sendo resolvido. É possível', conclui o empresário.

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