Criar metas profissionais ajuda a mudar de emprego - Entenda como funciona a orientação vocacional - 13 dicas infalíveis para conquistar o emprego dos sonhos - 8 soluções para os dilemas do romance no trabalho

O caminho para a mudança fica mais fácil quando há pesquisa e planejamento

Então ela entrou eufórica em minha sala de atendimento, me mostrando umas folhas que, segundo ela, traduziam exatamente o que sentia naquele momento.
O título da matéria encontrada num blog era: "Why I hate my job" (Porque odeio meu trabalho). "Não é possível prosseguir por mais 10 anos de minha vida acordando, me arrumando toda bonita, cheirosa e estacionando na porta daquele manicômio!", disse.
"Eu quero uma mudança radical. Quero reprogramar; ter um objetivo válido para meu momento atual. Será que não posso ser feliz?". Claro que é possível ser feliz e exercer uma atividade mais compatível com seu estilo e necessidades pessoais.
Mas a maioria das pessoas não sabe como. Criar metas profissionais para um início de ano ou em qualquer época da vida permite que realmente surjam raios de esperança quando tudo parece perdido.
Não basta só reclamar ou se identificar com insatisfações semelhantes às suas. É importante saber o que se quer, levando em conta seus valores e o que é muito importante pra você.
Não o que é "bom" pra todo mundo. Você deve se perguntar o que gosta e acredita ser viável para sua vida profissional ou as coisas que valoriza em sua vida pessoal. Isso valida necessidades e critérios pessoais. 

"Dar o primeiro passo muitas vezes é pedir indicações para encontrar alguém que possa esclarecer dúvidas".

Avalie a sua vida e o ambiente ao seu redor
Imagine-se no futuro, possuindo, fazendo e sendo aquilo que em algum momento já sonhou. Cuide para não deixar de lado dados de realidade: abandonar o mundo corporativo para se tornar um artista plástico sem nunca ter experimentado essa atividade pode ser um ato impensado.
Afinal, se você faz parte da maioria que precisa do salário para se manter, talvez valha a pena investir por um tempo em adquirir conhecimentos e habilidades antes de deixar a atual atividade.
Faça uma avaliação dos prós e contras da seguinte forma: o que poderia ser melhor e o que poderia ser pior se eu não fizer a mudança? O que poderia ser melhor ou pior se eu fizer a mudança que pretendo?
A personagem que citei no início do artigo se dispôs a iniciar um processo de desenvolvimento de competências para trabalhar no mercado financeiro, que era sua experiência maior e campo de atuação.
Porém, queria trabalhar em uma empresa com outra cultura e em outra área que lhe permitisse mais relacionamento com as pessoas, uma vez que identificou a necessidade de interações e ligações amistosas como uma característica de personalidade.
Conhecer seus valores e critérios permite criar objetivos consistentes. Ensaios mentais enriquecem o sonho e liberam amarras internas que possam lhe impedir de atingi-los.
Muitas vezes ficamos fixados nos "impossíveis" que criamos e nos tornamos um crítico impiedoso e limitador. O caminho para mudança pode ser menos árduo quando embasado e compatível com sua formação acadêmica, atividade atual e conhecimentos.
O que não significa que virar a mesa e ir em direção a algo idealizado e completamente novo seja inviável. Daí pode vir uma energia nunca antes experimentada e, portanto, realizadora. 

Mexa-se

É necessário buscar o que se quer, encontrar pessoas e frequentar ambientes ligados aquelas atividades que você imagina serem ideais.

Dar o primeiro passo muitas vezes é pedir indicações para encontrar alguém que possa esclarecer dúvidas. A ação e a pró-atividade são elementos que inibem o medo, o receio de se mover e de dizer basta.

As pessoas se acomodam na sua zona de conforto e vivem um desconforto contínuo. É incongruente, mas o sistema faz aprendizados.

Reaprender dá um pouco de trabalho, e daí evitamos mudanças. Tomar atitudes que sabemos serem mais proveitosas a longo prazo - e não só observando o imediato - leva à realização.

Conhecer a si mesmo também ajuda: valide suas capacidades inatas, as habilidades aprendidas e lembre-se das características pessoais que o diferenciam dos outros nos ambientes por onde transita.

Esta pode ser a mola propulsora para ganhar mais confiança e energia. Sonhar é o primeiro passo para toda e qualquer ação na vida. É viável lembrar que se é ou foi possível para alguém, também é possível para você.

 

Entenda como funciona a orientação vocacional

Estratégia clínica é a maneira mais consciente de escolher a profissão

Atualmente, com as constantes mudanças no mercado de trabalho, devido a complexidade e diversificações das funções, as pessoas precisam, cada vez mais, desenvolver habilidades e aptidões para atenderem aos seus próprios interesses e estarem atualizados frente a demanda profissional.
A velocidade com que as informações percorrem o mundo, influencia as pessoas a terem atitudes imediatistas. É necessário ter flexibilidade e tranqüilidade ao articular seu conhecimento e experiências para adaptar-se a uma nova realidade.
Nos dias de hoje, ter apenas uma formação não basta, é necessário ampliar os conhecimentos teóricos e práticos para enfrentar os desafios e a crescente competitividade no mercado profissional. A seleção se torna mais rigorosa em busca de habilidades específicas.
Criar, inovar e transformar o pensamento em ação é o lema que deverá estar presente no novo milênio. A Orientação Vocacional, vem buscando diversas estratégias, para melhor adaptar-se a essa nova realidade. É um atendimento voltado para orientação e informação, que envolve a escolha profissional. É indicado para adolescente e também para adultos que estejam em conflitos com a sua escolha profissional, podendo ou não estar relacionado com as constantes modificações do mercado de trabalho.
A finalidade da Orientação Vocacional é avaliar, analisar, esclarecer e informar o examinando suas áreas de interesses, aptidões específicas e gerais, que se apresentam inseridas em suas possibilidades. Revela também, tendências e habilidades em área ou campos de trabalho. O objetivo da Orientação Vocacional é associar esses campos e sugerir caminhos ou tendências profissionais, que possam estar mais próximas das possibilidades, capacidades e interesses do examinando. A Orientação Vocacional pode proporcionar ao examinando uma forma de resolver o "dilema" diante desse momento de decisão.
O processo de avaliação é feito através de entrevista, questionários de interesse, testes projetivos, testes de personalidade e teste intelectual.
O papel do psicólogo (orientador vocacional) é:
- ajudar o examinando a pensar sobre sua própria realidade;
- analisar os possível aparecimentos de conflito diante da tomada de decisões em relação ao seu presente e ao seu futuro profissional.
O adolescente pode apresentar dificuldades, tais como: mudanças de comportamentos, atitudes agressivas, impulsivas ou de irritabilidade, aumentando a ansiedade na tomada de uma decisão. Angústia e medo frente ao futuro leva-o, principalmente, a sentir-se inseguro e perdido, é comum esses sintomas aparecerem nesse período de definição.
A decisão é uma escolha pessoal. Cabe ao orientador acompanhar o orientando em suas reflexões, auxiliando-o a definir de maneira mais lúcida e segura sua escolha para que seja integrada, harmoniosa e feliz consigo mesma.


Estratégia escolar - programa de trabalho integrado nas escolas


É um programa criado para atender os alunos de segundo e terceiro colegial.
Será feito entrevistas individuais, dinâmicas de grupo, questionários, com dados pessoas, e de interesse, aplicação de testes de personalidade e aptidões específicas e teste intelectual.
O programa de Orientação Vocacional se estende também com uma estratégia específica e inovadora como:
Perceber e desenvolver a sua melhor forma de aprender, lembrar e expor os conhecimentos adquiridos;
Acessar memórias com maior facilidade;
O estado em que você se encontra influencia suas respostas;
Ciclos ultradianos - identificando o tempo do seu corpo;
Realidade individual - estruturação do pensamento;
Focalizando a atenção;
Governando o estresse.
Esse trabalho tem o interesse de diminuir a ansiedade proveniente de provas e vestibulares para que o aluno possa administrar com mais tranqüilidade e eficácia seus conhecimentos.

 

13 dicas infalíveis para conquistar o emprego dos sonhos

É necessário se organizar para conseguir aproveitar o mercado de trabalho

Perder o emprego ou se sacrificar por um que não atende suas espectativas é algo frustrante, que acaba tendo impactos que vão além da vida profissional. Mas é preciso coragem para fazer mudanças, principalmente numa época de crise e muitas demissões. As dicas as seguir tendem a ajudar quem precisa de um empurrãozinho extra.


1. Organize sua rotina
Procurar trabalho é um trabalho. Organize seu tempo e seu dia-a-dia. Estabeleça um expediente diário como se você já estivesse trabalhando: 44 horas semanais. Divida seu tempo para cada atividade: contatos, entrevistas, preparação de currículos e cartas, correspondências. Estabeleça prazos e metas. Dessa forma você amplia suas chances de sucesso no processo.
2. Planeje suas despesas
Saiba quanto tempo você tem para manter suas despesas com seus atuais recursos. Se acreditar que é necessário esticar seus recursos, revise seus gastos, busque alternativas para eles e encare a possibilidade de outras fontes de renda durante o período em que estiver buscando um emprego.
3. Cuide de sua saúde
Saúde física e mental é indispensável para o processo. Fatores como o estresse, que podem atrapalhar seu desempenho, podem ser combatidos com hábitos saudáveis como os exercícios físicos.
4. Prepare um bom um currículo
O currículo continua sendo a mais importante peça de marketing para quem procura emprego. Para ter um bom currículo, relembre tudo o que você já realizou em sua carreira e escreva, sem julgar o que é importante e o que não é. Em seguida, eleja as mais importantes realizações, escreva uma boa frase para cada uma delas e apresente cada realização em seu currículo.
5. Cadastre seu currículo nos principais sites de emprego
A Internet é cada vez mais o local onde as empresas estão buscando candidatos na hora de contratar. Não deixe de colocar seu currículo nos principais sites de emprego.
6. Envie seu currículo para as empresas
Muitas empresas de seu interesse podem oferecer cadastro de currículos via web. Estas oferecem um espaço comumente chamado "Trabalhe Conosco". Ali você poderá enviar seu currículo eletronicamente.
7. Candidate-se a vagas
Além de ampliar suas chances de fazer entrevistas, seu contato contínuo com as vagas e oportunidades ajudam você a manter-se informado e em sintonia com os movimentos do mercado de trabalho. Retorne aos sites em que cadastrou seu currículo e candidate-se a vagas compatíveis com seu perfil, conhecimentos e habilidades.
8. Prepare-se para entrevistas
O conteúdo que você produziu para o currículo também será útil para as entrevistas ao responder a perguntas sobre suas realizações. Mas prepare-se também para questões difíceis como "quais seus pontos fracos?", "por que você saiu do emprego anterior?" ou "por que acredita ser o melhor candidato para trabalhar conosco?". Outra dica é estudar sobre a empresa antes da entrevista
9. Ative seu networking
O networking segue como o principal fator para a recolocação de um profissional. Retome contatos e solicite orientações aos seus contatos. Todo o conteúdo produzido anteriormente para compor seu currículo é igualmente útil para quando você for apresentar-se aos seus contatos e suas indicações.
10. Distribua adequadamente as informações sobre você
Esta tarefa envolve a distribuição de cartas de apresentação e currículos através de seu networking e de envios para empresas com perfil similar ao das suas experiências, além de cadastros em sites de empregos. Seja consistente, buscando empresas que tenham perfil mais próximo daquelas onde você já trabalhou.
11. Busque informações e atualização sobre sua área
Leia os livros mais recentes sobre sua área, assim como revistas, periódicos e artigos na Internet. Participe também de fóruns de debate, palestras e cursos. Toda informação sobre sua área de interesse é valiosa tanto para o seu próprio desenvolvimento quanto para a troca de informações que acontecerá durante o desenvolvimento de seu networking.
12. Demonstre energia, otimismo e foco em resultados durante o processo
Tanto os entrevistadores quanto as pessoas de seu networking que poderão indicar você às oportunidades precisam da tranquilidade que só uma pessoa positiva e comprometida com resultados pode oferecer. Transmita corretamente esta positividade às pessoas e todas elas lembrarão de você como alguém que indicariam ou contratariam.
13. Em época de crise, seja mais flexível ao negociar sua remuneração
Em caso de longos períodos desempregado, seja flexível na hora da negociação. Caso a empresa ofereça remuneração abaixo da pretendida, avalie em quanto tempo ela pode oferecer crescimento para você, incluindo promoções e aumentos.

 

8 soluções para os dilemas do romance no trabalho

Ter certeza dos sentimentos é uma das alternativas para evitar a superexposição

Pisar neste terreno é quase como percorrer um campo minado, mas muita gente se arrisca mesmo assim - e grande parte não se arrepende: o romance no ambiente de trabalho. O que muitas vezes começa com uma despretensiosa troca de olhares pelos corredores pode evoluir para algo mais sério. Mas passada a euforia inicial, quase sempre vem a dúvida: Como gerenciar a situação na empresa? A preocupação não é à toa. Separar as questões profissionais das pessoais é um desafio e é preciso ter muito traquejo para lidar com ele.
As estatísticas apontam que o relacionamento amoroso entre os funcionários é algo bastante comum. E a conta é simples. Se as pessoas empregam grande parte do seu tempo no trabalho, portanto, é natural que os vínculos com os colegas fiquem cada vez mais estreitos. Uma pesquisa realizada pela sexóloga americana Shere Hite (Sexo e Negócios, Bertrand Brasil, 2008) com 790 profissionais americanos e europeus revelou que sete, em cada dez homens, e seis, em cada dez mulheres, já tiveram algum envolvimento com alguém no trabalho. "A proximidade permite que as pessoas vivam dentro das empresas suas alegrias e decepções e, nessas horas, quem está ali, sempre por perto, é o colega. Com o tempo, passa a ser natural vê-lo com outros olhos, que não sejam apenas os profissionais", afirma o psicólogo Alexandre Bez.
Mas quando a relação se estabelece é preciso lidar com questões delicadas, como tornar o romance público, por exemplo, e não deixar que a sua produtividade seja afetada. Ou, se o sentimento não for recíproco, saber encarar o fato sem traumas para a sua autoestima. A seguir, especialistas dão dicas para enfrentar a situação sem perder o equilíbrio emocional e também não colocar a carreira em risco.
1. O que fazer antes de partir para a conquista?
Antes de investir na relação e se declarar para o colega, consulte seu coração e perceba se ele realmente bate mais forte por aquela pessoa, pois o que pode parece paixão, muitas vezes, é apenas uma carência decorrente de alguma situação pessoal delicada. "Tente ser discreto e preste atenção na sua reação quando está perto da pessoa para identificar se o sentimento é realmente verdadeiro, assim você não se expõe à toa" , diz Alexandre Bez.
2.Como faço para saber se o que sinto é recíproco?
Para a psicóloga Tânia Vieira, a melhor saída para resolver uma paixão como essa é não guardar o sentimento para si mesmo. "Quanto mais a pessoa cala o que sente, mais cria expectativas e, caso não forem correspondidas, mais ela ficará frustrada", explica. Por isso, ela sugere uma conversa franca e discreta para que ninguém alimente esperanças em vão ou para descobrir se o outro lado se sente da mesma forma. O local para o bate-papo vai depender da receptividade do outro, mas o ideal é evitar o assunto no ambiente de trabalho. A atitude demanda um bocado de coragem, mas com a resposta clara, seja ela positiva ou negativa, fica mais fácil encarar a realidade. "Às vezes, não nos declaramos com medo de ouvir um 'não' , mas parta do princípio de que o 'não' você já tem. Se um 'sim' vier, ótimo", explica.
3.Como lidar com o "não" ?
Segundo Tânia, a solução é aceitar o 'não' e partir para outra. E o segredo é não ficar remoendo e alimentando a desilusão. "A manutenção de sentimentos de rejeição e vingança pode acarretar em obsessão e em outras patologias graves, como a depressão, que certamente prejudicarão seu rendimento no trabalho e sua vida pessoal", diz ela.
4.E se for um "sim"?
Quando a recepção é positiva e o namoro decola, os especialistas são unânimes: assumam o relacionamento. "O primeiro passo é conversar com o superior, depois com os colegas, assim evitam-se burburinhos e fofocas", afirma o consultor de RH Carlos Pessoa, vice-presidente de Relações Trabalhistas e Sindicais da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRHl).
5.É hora de assumir o romance, mas empresa permite?
De acordo com Carlos Pessoa, não há nenhum ponto na legislação trabalhista que justifique a proibição, imposta pelas empresas, ao namoro entre funcionários. "Mas as empresas têm o direito de exigir uma conduta exemplar do profissional durante o período em que ele está no trabalho", explica o consultor.
Algumas empresas proíbem o namoro e até mesmo a contratação de parentes ou cônjuge de um colaborador, mas isso é ilegal. "O que as empresas podem fazer é proibir condutas inadequadas no ambiente de trabalho, tanto entre namorados como entre colegas", explica. "Mas se a chefia não permite o relacionamento entre funcionários, mantenham-se separados enquanto estiverem dentro da empresa" , diz Carlos Pessoa.
A secretária executiva Fernanda Ferracina sentiu de perto as restrições impostas pelo regulamento interno do banco onde trabalhava. Ela conta que ela e o ex-marido nunca esconderam o relacionamento de ninguém, apenas mantinham a discrição, mas quando apareceram com alianças de noivado, o romance virou público. Diante do fato, o supervisor chamou o casal para uma conversa e pediu para que um dos dois pedisse transferência de setor, porque a empresa não permitia o namoro entre funcionários. "Como eu tinha um cargo superior ao do meu ex-marido, ele optou por pedir a transferência. Continuamos trabalhando na mesma empresa, mas sempre em áreas diferentes", conta Fernanda.
6. E se a pessoa amada for seu chefe?
Segundo Carlos Pessoa, quando o relacionamento envolve funcionários de diferentes níveis hierárquicos dentro da estrutura da organização, o ideal é ser cauteloso. "Há bastante preconceito em torno dessa questão. Geralmente, os colegas de trabalho e os demais superiores não enxergam com bons olhos o relacionamento entre chefe e subordinado. Há sempre os que acreditam no interesse do funcionário de nível inferior subir de cargo através da sedução", avalia. Neste caso, o melhor caminho é dar um tempo para ter certeza de que o namoro vai durar e só então pensar em assumir orelacionamento.
7. Quando o relacionamento atrapalha o lado profissional?
Pense rápido. Você já deixou de entregar um trabalho por causa de uma briga com o parceiro? Você passa muito tempo nos bate-papos da internet com ele? Bate uma desmotivação quando a pessoa não vai ao trabalho? Se a resposta para essas perguntas foi "sim", reveja seus hábitos. Segundo a psicóloga Tânia Vieira, essas são algumas das atitudes que sinalizam se o relacionamento está interferindo no seu desempenho profissional. "O romance pode atrapalhar a produtividade do profissional quando os envolvidos passam a maior parte do tempo querendo fiscalizar o que o outro faz ou paquerando por MSN, telefone e torpedos, deixando as prioridades do horário de trabalho em segundo plano." Nessas situações, a psicóloga aconselha o distanciamento de ambos dentro da empresa para evitar a desconcentração. Caso o afastamento não resolva, o melhor é procurar um novo emprego.
8. E quando a relação termina?
Os especialistas explicam que o casal precisa entender que a vida conjugal acaba, mas que o dia a dia na empresa continua. "O ideal é manter um clima amistoso mesmo que a vontade não seja exatamente essa", diz Alexandre Bez. Ele explica que é comum a pessoa fazer intrigas sobre o ex com os demais colegas da empresa para descontar a mágoa pelo fim do namoro. "Se há sentimentos que ainda lhe maltratam, procure o outro para resolver o que incomoda e colocar um ponto final, mas não fique alfinetando e levando os dramas para o ambiente de trabalho", explica.

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