Ministério Público e polícia investigam golpe bilionário a bancos no Brasil e exterior

O Ministério Público e a polícia investigam um golpe bilionário contra bancos no Brasil e no exterior. Cinco pessoas foram presas e o esquema pode envolver políticos e empresários.
De dentro da casa em Tatuí, no interior de São Paulo, os policiais saiam com malas recheadas de documentos. Francisco Nunes Ferreira foi preso apontado pelo Ministério Público do Pará como um dos pivôs de um golpe contra o sistema bancário e um esquema de lavagem de dinheiro bilionário.
A operação que prendeu Francisco foi desencadeada ao mesmo tempo no interior de São Paulo, Brasília e Belém do Pará. Além dele, quatro pessoas foram presas. Uma fugiu e outra estava presa por outro crime. Wanderley Aquino, ex-secretário de Jandira, na Grande São Paulo, é suspeito de participar do assassinato do prefeito da cidade.
O grupo teria montado um golpe com extratos e documentos falsos para desviar dinheiro de instituições bancárias. Só no Banco do Brasil, a Justiça do Pará chegou a bloquear, a pedido da quadrilha, R$ 2,3 bilhões.
Francisco tinha uma intensa agenda de viagens à Brasília, aos Estados Unidos e à Europa. Além de um patrimônio declarado à Receita Federal de R$ 15 bilhões. O que o coloca, caso isso seja verdadeiro, como um dos cinco homens mais ricos do Brasil. Nem a esposa sabia que ele é um homem tão rico.
Ele, que também é conhecido como Chico da Fossa, confirma ter diversas contas com bilhões de reais depositados no Brasil. Outros bilhões de euros estariam à disposição dele no exterior. Para o Ministério Público, pode não passar de um laranja num esquema maior, que envolve políticos e empresários.

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