Moradores sofrem com onda de assaltos no interior de SP

Condomínios fechados viraram alvos dos bandidos

Os moradores de São José do Rio Preto, município a 454 km da capital paulista, vêm sofrendo com a onda de assaltos em residências da região. Antes praticados apenas em chácaras, agora são os condomínios fechados que sofrem com a ação dos bandidos.

Segundo a polícia, em um dos assaltos foram levados R$ 35 mil e todas as jóias da casa de um médico. Os policiais dizem que, além da fiscalização dos agentes na região, a utilização de equipamentos para reforçar a segurança das residências é fundamental.

 

Operação "condomínio" tenta coibir roubo em apartamentos

Polícia Militar deflagrou operação “Condomínios” para combater roubos em casas e apartamentos.

O comandante do grupo Rondas Ostensivas de Natureza Especiais ? Rone, Capitão Fábio Abreu, da Polícia Militar, afirmou no programa Notícia da Manhã, que está intensificando o policiamento na área de condomínios de luxo para coibir ação de bandidos.

Nas últimas semanas, condomínios fechados, tanto de casa quanto de apartamentos viraram alvo fácil de assaltantes. Os ladrões entram em um dos imóveis do residencial e realizam um verdadeiro ?rapa?, preferindo materiais eletro-eletrônicos. Muitas vezes, os apartamentos estão fechados.

No edifício Tom Jobim foi registrado o 5º assalto em menos de um mês

Para o Capitão, alguns assaltos são executados por bandos, mas quando são elaborados pode haver participação de funcionários ou falha na segurança. Outros são realizados por oportunistas que aproveitam essa falha.

?Vamos intensificar as buscas pelas quadrilhas ou oportunistas dentro das áreas que eles acontecem e também estaremos próximos para que qualquer atitude suspeita seja averiguada?, explicou o Capitão Fábio Abreu.

De acordo com a polícia, a melhor forma de prevenir é qualificar os profissionais das portarias com regras de segurança e instalar cercas elétricas e circuito de imagens, que auxiliam na identificação dos bandidos.

 

Imóveis em São Paulo: A Busca por uma Boa Vizinhança

A vida nas grandes cidades está ficando cada vez mais caótica e impessoal. As pessoas moram anos ao lado de outras em condomínios e sequer sabem o nome ou conhecem o rosto de seus vizinhos de porta. Em São Paulo os imóveis gigantescos e os condomínios cada vez mais privativos provocam justamente esse fenômeno da impessoalidade de uma forma cada vez mais persistente e cruel.

É compreensível; pois achar imóveis em São Paulo com uma boa vizinhança e que estejam fora dessas características de condomínios gigantescos e que se transformaram em verdadeiras fortalezas inexpugnáveis é cada vez mais difícil; se já não for totalmente impossível.

Problemas como a violência, barulho excessivo e irritante das ruas apinhadas de veículos até nas mais altas horas da madrugada, péssimos serviços púbicos como iluminação e drenagem de ruas e avenidas e diversos problemas relativos à própria convivência em áreas mais afastadas; provocaram uma escalada na construção de imóveis em São Paulo feitos unicamente com o objetivo de segregar seus moradores.

A cultura de segregação e de impessoalidade que regem esses imóveis em São Paulo acabou sendo responsável justamente por levar esses mesmos problemas de violência e contratempos normais e corriqueiros para dentro dessas fortalezas de solidão.
Os imóveis viraram alvos preferidos de visitantes indesejáveis como bandidos e todo tipo de escória social que se aproveita do desconhecimento que os moradores têm dos hábitos e aparências uns dos outros, exatamente para infiltrarem-se nesses redutos e promoverem seus intentos nefastos com sucesso.

Segundo muitos síndicos e administradores de imóveis em São Paulo, as quadrilhas aproveitam-se dessa cultura e agem contando justamente com a falta de interesse dos demais moradores com o que está acontecendo a sua volta com um vizinho. Assim, podem penetrar nos imóveis e alcançar pleno sucesso em seus intentos sem, muitas vezes, sequer serem percebidos.

Por isso, estabelecer uma boa vizinhança e uma convivência saudável com os outros habitantes do condomínio ou do prédio; é muito mais do que uma simples regra social de etiqueta e torna-se, com muito mais freqüência, uma estratégia de sobrevivência adotada por pessoas que vivem nesses imóveis em São Paulo. Por pior que possam ser os problemas oriundos do contato interpessoal com pessoas das mais variadas culturas e formas de pensar; esse contato acaba sendo vital para proporcionar ao morador uma segurança extra e a sensação de que “mais alguém” vela pr ele e por sua família a todo instante.

Por essa simples razão; ao procurar imóveis em São Paulo para comprar e alugar e optar pelos condomínios ou pelos prédios de grande porte; acabe com a peregrinação em busca de uma boa vizinhança e crie a sua própria comunidade de bons vizinhos ali mesmo onde você escolheu para viver. São sempre pequenos gestos e medidas simples que serão capazes de promover a aproximação das pessoas e formar um círculo de proteção pessoal muito mais eficiente do que qualquer cerca elétrica ou circuito fechado de televisão.

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