Pernilongos causam tormento a moradores de SP

A picada do pernilongo é dolorida e pode causar sérios problemas de saúde para pessoas alérgicas

 

Pernilongos causam tormento a moradores de SP

Com as altas temperaturas das últimas semanas, os pernilongos não dão trégua, infernizam o paulistano, geram stress e sobrecarregam o orçamento das famílias em áreas de infestação. Eles atacam a partir de qualquer lugar que tenha água parada e suja em busca de sangue humano para se alimentar. As defesas domésticas são as telas, os repelentes e os inseticidas que nem sempre são suficientes para derrotar esses mosquitos.
O Centro de Controle de Zoonoses é responsável pelo controle da infestação do culex no Rio Pinheiros combatido com larvicida biológico. O resto fica por conta das Subprefeituras que nem sempre conseguem atacar os criadouros que se multiplicam com as chuvas de verão.
A picada do pernilongo é dolorida e pode causar sérios problemas de saúde para pessoas alérgicas. Se a vítima for bebê, criança ou idoso, a preocupação é muito maior, como revelou o engenheiro Carlos Wang. “A situação é muito complicada. A gente é literalmente comido pelos pernilongos. Eles são muito vorazes (…) Para se tentar ter uma noite tranquila, tem que usar todo tipo de artificio”.
Otávio Nakano, professor de entomologia da Esalq, afirmou que o forte calor e muita água empoçada com matéria orgânica são o ambiente propício para o pernilongo. Nakano acentuou que a população e a Prefeitura precisam de ações comuns para o combate ao criadouro dos mosquitos.
Em entrevista ao repórter Leandro Andrade, a bióloga do Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura, Katia Dini salientou que qualquer planta de jardim é área de descanso para pernilongos. Dini enfatizou que o Rio Pinheiros está sob controle e comentou o que acontece no resto da cidade. “Locais onde tem água parada, matéria orgânica misturados com este forte calor aumenta o número de mosquitos”.
Procurada, a Coordenação das Subprefeituras enviou nota afirmando que em janeiro foram cortados cerca de 8 milhões de metros quadrados de mato.A Secretaria explica que o telefone 156 ou o site da Prefeitura estão abertos para a população denunciar locais que sirvam de criadouros de mosquitos.

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