RJ: conversa entre casal ajuda polícia na Operação Guilhotina - Instituto de previdência da ex-mulher - O fantasma da ex-mulher - Ex-mulher denuncia Mel Gibson por agressão -



Sucessivas discussões travadas pelo telefone entre o cabo da PM Aldo Leonardo Premoli Ferrari e a mulher dele auxiliaram os trabalhos da Polícia Federal na Operação Guilhotina - que culminou em 40 prisões, a maioria de policiais civis e militares, além de informantes - e revelaram uma verdadeira 'mulher-bomba'.
Em todas as conversas, X., que é funcionária da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), critica a conduta do marido e comenta que a Corregedoria da PM monitora as ligações dele. A suposta negociação de armas é outro tema recorrente nas conversas nada amistosas. "Tá cheirando cocaína ou vendendo fuzil?", indaga ela, num trecho gravado em 6 de janeiro, por volta das 17h25.
No mesmo dia, a filha do casal, Y., trava diálogo com o pai e pergunta se o motivo de ele estar sumido é a venda de armas. "Tá desaparecendo pra quê, pai? Para vender armas? Vai acabar sendo preso fazendo besteira na rua", repreende a menina.
Mais tarde, por volta das 19h20, Ferrari volta a falar com a filha e revela que iria se divorciar da mãe, após ela ter ligado para a Corregedoria Geral Unificada (CGU). "Já desapareceu de novo, desligou o rádio", diz a filha, dando início a um desabafo do policial. "Sua mãe ligou para a Corregedoria. Eles vieram aqui me prender, entendeu? Sua mãe prejudicou a vida do seu pai. Mas não tem problema, filha. Papai te ama, tá? A sua mãe é minha inimiga, tá? O papai vai conversar com você...que eu não vou mais morar aí. Você mora com a sua mãe aí, papai vai pagar seu colégio, seus negócios. Não quero mais morar com sua mãe".
Ironia sobre cordão
Nos dois dias seguintes, Ferrari passa a não atender com a mesma frequência de antes as chamadas da mulher. Mesmo assim, ela fez questão de deixar recados na caixa de mensagem do celular do policial. "Você é um otário. A Corregedoria está te monitorando. Você vai se f. um dia", dizia um recado.
Em outro momento, ela duvida que Ferrari consiga justificar para a CGU a posse de um cordão de ouro ¿ comprado em 13 de dezembro por R$ 10.250,00 (parcelado em 4 vezes) no Camelódromo da Rua Uruguaiana ¿ e dá claros sinais de suposto enriquecimento ilícito. Toda a negociação com um homem chamado Edson também foi gravada pela PF. Ferrari dá uma entrada na quantia de R$ 3 mil e se compromete a pagar o restante em duas parcelas de mesmo valor e uma última de R$ 1.250. "Quero ver você justificar para a Corregedoria o 'cordãozão' de ouro. Com que salário, se ganha só R$ 1 mil da PM? Coitado! Vai dizer que trabalha em escritório de ourives, trouxa!", provoca.
Oferta de R$ 20 mil para 'calar a boca'
Após ser preso pela Guilhotina, o cabo Ferrari prestou depoimento na Superintendência Regional da PF, onde revelou que o policial civil Leonardo da Silva Torres, o Trovão, com quem trabalhou durante 1 ano e 3 meses na Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) e acabou brigando, ofereceu R$ 20 mil para Magno Carmo Pereira, atualmente preso em Catanduvas, no Paraná, não revelar à PF informações privilegiadas.
Em depoimento, Ferrari classificou a atitude de Torres como tentativa desesperada de 'calar a boca' do antigo informante de Trovão, que desempenhava função de líder de uma das equipes da Dcod.
Magno forneceu informações aos policiais federais por meio da delação premiada. Ele acabou preso após vazar operação conjunta da PF com a Polícia Civil. Segundo Ferrari, ao ser preso, Magno deixou com Trovão a quantia de R$ 130 mil antes de ser conduzido a Catanduvas.
Xingamentos e ameaças
Acompanhe trechos de conversas envolvendo o cabo da Polícia Militar Aldo Leonardo Ferrari, a mulher e a filha deles no último dia 6 de janeiro.
Filha: Eu vou conhecer o C. (policial civil), sabia?
Ferrari: Você não vai conhecer ninguém, o C. já foi embora, acabou de sair daqui e eu já vou embora também. Você vai vir aqui com sua mãe, pode vir. Ela tem que vir aqui, tá bom? Tchau, tô ocupado agora, tchau.
Mulher: Tá cheirando cocaína ou vendendo fuzil?
Ferrari: FDP Vai morrer, sua escrota, tu vai ver.
Mulher: Vamos ver.
Em outro trecho gravado pela Polícia Federal, Ferrari negocia a compra de um cordão de ouro pelo valor de R$ 10.205,00.
Ferrari: Fala, parceiro!
Edson: Ela tá aí do teu lado?
Ferrari: Tá. Pode falar.
Edson< Maria, entrega aí o cordão para ele e pega R$ 3 mil dele aí. Daqui a pouco, já tô chegando aí.



Instituto de previdência da ex-mulher


Um casal que vivia em união estável se separou. Foi feita a partilha judicial dos bens; porém, os dois continuaram vivendo juntos por mais vários anos. Terminado novamente o relacionamento, a companheira ajuíza ação requerendo, dentre outros itens, pensão alimentícia e indenização pelos serviços domésticos prestados.
Tendo sido a sentença desfavorável, a autora recorreu. A decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, contudo, também julgou improcedentes seus pedidos, inclusive levando em consideração que a apelante tem capacidade de trabalhar e sempre teve emprego.
O relator, desembargador Silvio Marques Neto, encerrou seu voto mencionando curioso parecer ministerial em precedente da mesma Corte:



O fantasma da ex-mulher

Manter um namoro ou casamento não é fácil. Por mais amor que exista, são duas pessoas diferentes em uma relação e os obstáculos sempre aparecem.


Afinal, se trata de gênios e educação diferentes, mas algumas mulheres têm um problema um pouco maior para enfrentar. Elas se relacionam com homens que já foram casados e precisam enfrentar o “fantasma” da ex-mulher do parceiro.
A depiladora Carmem Barbosa* já é experiente no assunto. Seu ex-marido já tinha sido casado e seu atual também já passou por um casamento. Porém, ela diz que não tem do que reclamar em relação à ex de seu primeiro companheiro. “Eu tinha contato, mas não muito. Era mais porque eles tinham filhos pequenos, mas não tive nenhum problema. O filho do nosso casamento se dava muito bem com os meio-irmãos”, conta.
Já com o atual parceiro, a situação é um pouco diferente. A ex-mulher dele saiu da relação machucada. “Ela sofreu muito, porque gostava dele. Ele se separou dela por outro motivo, não foi por minha causa. A gente se conheceu depois, mas ela relaciona os fatos”, declara.
“Ela nunca bateu de frente comigo, mas manda indireta por outras pessoas de que eu fui a culpada pelo término do casamento. Mas nessa situação nem faço nada. É melhor não bater de frente. Se ela quiser, eu sento e converso. Explico que não fui eu quem roubou o marido dela e que, se não fosse eu, ele poderia estar com outra”, diz a depiladora.
“Quando você está com alguém, não pode ter competitividade, mostrar que é melhor do que a outra que ele já teve. Ela já está machucada e você pode fazer da vida do casal um inferno se bater de frente. Depois, você também pode ser a largada, então, é melhor se comportar”, completa.
A psicóloga Íris Meneghello explica que não há regras ou fórmulas para lidar com esse tipo de situação, pois cada pessoa age de uma maneira. “Mas a melhor coisa é conversar com o homem, saber o que está acontecendo, o que ela pensa, para tentar lidar com esse ciúme da melhor forma possível”, recomenda. O mais indicado é a comunicação, para que o casal consiga lidar com a ex e não atrapalhar o relacionamento atual.



Ex-mulher denuncia Mel Gibson por agressão

Oksana Grigorieva, ex-mulher de Mel Gibson

A ex-mulher de Mel Gibson, Oksana Grigorieva, prestou queixa de violência doméstica contra o ator esta semana. De acordo com o site de fofocas TMZ, a agressão teria acontecido em janeiro deste ano. O casal se separou em abril.

Amigos do ator dizem que Oksana está mentindo sobre a agressão, já que continuou com Mel Gibson mesmo depois do suposto incidente, e que o objetivo da alegação é arrancar dinheiro do ator. Fontes do site afirmam que o ator continua ameaçando a ex-mulher.

Oksana e Mel Gibson têm uma filha, Lucia, com menos de um ano


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