Cursos rápidos são alternativa para entrar no mercado de trabalho

Pesquisa aponta que chance de conseguir um emprego aumenta em 48%

Os cursos profissionalizantes são uma alternativa para quem quer entrar mais rápido no mercado de trabalho. Principalmente para jovens que não têm condições financeiras para investir em uma faculdade de maior duração, essa pode ser uma solução. Além disso, proporcionam uma maior facilidade de conciliar o trabalho e estudo.

De um modo geral, há três modalidades de ensino que devem ser consideradas: cursos técnicos, faculdades tecnológicas e qualificação profissional - cursos de expansão voltados para capacitar o profissional em uma atividade específica.

Camilo Carvalho, diretor de marketing da Prepara Cursos, acredita que o crescimento dos cursos profissionalizantes se deu com o “apagão” da mão de obra. “As empresas estão com dificuldade de recrutar colaboradores qualificados”. Para ele, esses cursos são ideais para os jovens que ainda não têm experiência. “Eles têm a oportunidade de entrar no mercado de trabalho e ganhar experiência antes de se graduarem.”

Cursos profissionalizantes viabilizam entrada mais rápida no mercado de trabalho

Segundo Rodrigo Losina, diretor-presidente da Alfamídia, a tendência é que aumente cada vez mais a presença desses cursos mais rápidos. Entretanto, Losina considera que esses cursos não substituem as faculdades, apenas viabilizam a entrada no mercado de trabalho. “Muitos jovens têm dúvidas em relação a que carreira seguir e acabam descobrindo apenas após os quatro anos de faculdade, quando entram no mercado de trabalho. Esses cursos também ajudam essas pessoas.”

Outro atrativo dos cursos profissionalizantes é o menor investimento. “Aqueles que têm dificuldade financeira para investir quatro anos em uma graduação têm a possibilidade de se profissionalizar com esses cursos mais rápidos”, afirma Carvalho.

Na opinião de Losina, com esses cursos a pessoa pode começar a trabalhar mais cedo e escolher com mais segurança sua carreira. “Como o tempo do curso é menor, o investimento é mais baixo. Com isso, a pessoa terá uma ideia clara do que é aquela área e ver se é isso que deseja para sua carreira.”

Isso não quer dizer que a lógica dos cursos mais longos não irá permanecer. “Para toda área de formação de pessoas que farão mestrado, doutorado ou pesquisas científicas é necessário uma graduação mais completa. Esse espaço existe e é fundamental para o crescimento do País. Com certeza, não será ocupado por cursos mais rápidos que têm o foco mais no mercado”, analisa Losina.

Atualmente a faculdade não é o principal diferencial para se conseguir um emprego, . na opinião de Losina, mas pode ser um fator determinante no crescimento profissional. “Se a pessoa não fizer uma graduação pode fechar algumas portas.” Por isso, a maioria daqueles que optam por cursos mais rápidos acabam completando a formação depois para ter uma base mais teórica.

Áreas

Atualmente o mercado está com uma carência enorme de mão de obra. Losina acredita que com isso começa a surgir um perfil profissional formado por aqueles que ainda não concluíram a faculdade. “Ele já tem um emprego antes mesmo de terminar a graduação.”

Na opinião de Rodrigo Losina, cursos rápido ajudam na escolha da carreira

Os cursos profissionalizantes mais procurados são para as áreas de maior carência de mão de obra, como a de tecnologia da informação e exatas. “Principalmente em setores mais dinâmicos, como o de tecnologia, é bom ter algo a mais que complemente a formação tradicional”, acredita Losina.

Áreas que estão em alta, como açúcar e álcool, petróleo e gás, telemarketing e atendimento em vendas, têm contratado mais profissionais ainda não graduados, mas que tenham concluído cursos rápidos.

No entanto, segundo Losina, as vagas que mais englobam esses profissionais são as operacionais. Para cargos de coordenação, as empresas ainda exigem a graduação tradicional, de quatro anos ou mais.

Pesquisa

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo Instituto Votorantim em junho de 2010 mostra que a chance de jovens que fizeram cursos técnicos, tecnológicos ou de qualificação profissional de conseguirem trabalho é 48% maior do que pessoas sem este tipo de estudo. A oportunidade de ter um emprego com carteira assinada aumenta 38% para quem ter curso profissionalizante.

O levantamento utiliza dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 2007 e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), entre 2002 e 2010.

Segundo dados da pesquisa, a proporção daqueles que declaram trabalhar após os cursos é 33% maior entre os tecnólogos com nível superior. Além disso, os salários são 12,94% maiores para aqueles com educação profissional.

As pessoas que frequentaram cursos profissionalizantes apresentam, em geral, melhores resultados no trabalho que os demais: uma taxa de ocupação de 71,6% contra 53,1% e um salário mensal médio de R$ 845 contra R$ 434. Há uma hierarquia de salários entre os diferentes níveis de educação profissionalizante: R$ 742 para qualificação profissional, R$ 1.258 para técnicos de Ensino Médio e R$ 2.680 para tecnólogos de nível superior.

A pesquisa concluiu que no total daqueles que fizeram cursos profissionalizantes, 62,58% trabalham na mesma área do curso.

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Cursos rápidos podem ser diferencial no início da vida profissional

Pessoas com pouca experiência devem citar programas frequentados

Se informação nunca é demais, o mesmo se pode dizer de cursos em geral, avalia Eliane Figueiredo, diretora-presidente da Projeto RH, especializada em Gestão de Pessoas. Para a consultora, esses programas sempre acrescentam, tanto no âmbito técnico, quanto no desenvolvimento de habilidades e competências.

Eles refletem que o profissional investe em seu desenvolvimento. Os cursos de curta duração podem ser especialmente indicados em momentos iniciais da carreira, quando existe muito conteúdo a ser absorvido, explica.

Atualização - Eliane acrescenta que ao longo da vida profissional os cursos servem também como atualização, seja de uma nova técnica ¬– software ou outra ferramenta de trabalho – ou mesmo para participar de congressos e palestras de atualização, a fim de conhecer as principais novidades e tendências de mercado.

Para a médica pediatra Heloísa Aranha, de 53 anos, fazer cursos rápidos na área de informática foi o diferencial para que ela conseguisse acompanhar a evolução dos próprios programas da rede onde trabalha.

Aqui no consultório implementamos um novo software para guardar os dados de todos os pacientes de maneira mais moderna, em substituição às antigas fichas manuais. Além de lidar com o computador, tive de aprender como esse programa funcionava em um curso específico. Foi ótimo, diz a médica.

Seleção - Contudo, antes de listar no currículo todos os cursos já feitos ao longo da vida, é importante o profissional selecionar aqueles que mais valorizam o seu passe, aconselha a consultora.
Se houver cursos importantes de especialização como um Master in Business Administration (MBA) ou uma pós-graduação, não é necessário mencionar os de curta duração, pois ficariam em segundo plano para a pessoa que analisa o currículo.

Eliane aponta que esses programas devem ser citados somente se forem significativos para a área.

Primeiro emprego - Por outro lado, se for ainda um currículo de um profissional com pouca experiência e bagagem acadêmica, mencionar os cursos de curta duração pode ser interessante, pois demonstra que o profissional se preocupa com seu aprimoramento, explica.

A vendedora Simone Arantes, de 23 anos, por exemplo, conta que ao formular o seu currículo descreveu além da experiência – ela trabalha em lojas desde os 15 anos –, os cursos de curta duração na área. Acho que os cursos me valorizaram de alguma maneira, porque eu ainda não faço faculdade.

 

Cursos específicos ajudam na hora da disputa de uma vaga temporária

Para serem eficientes, aulas devem condizer com o trabalho, diz consultora

Começa hoje o último trimestre do ano e com ele, chegam também as oportunidades de trabalho temporário em todos os setores da economia, especialmente no comércio.

A concorrência é grande. Para conseguir um desses postos de trabalho, os candidatos devem estar bem preparados, recomenda Jismália Oliveira Alves, diretora comercial da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Tercerizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem).

Há diversos cursos gratuitos, como de técnicas de vendas no varejo, que são oferecidos pelo governo, diz. Segundo ela, o recrutador vê com bons olhos cursos ligados à área pretendida pelo candidato.

Vagas - De acordo com a Asserttem, serão abertas cerca de 123 mil vagas temporárias no comércio em todo o País. Os empregos são para diversas áreas e para todos os níveis de escolaridade. Contudo, quanto mais qualificado é o candidato, melhor são as condições de trabalho e de salários. Do total das vagas abertas, 27% são destinadas ao primeiro emprego.

Estimamos que 17% dos temporários serão efetivados, aponta Jismália. "Quanto mais qualificado o candidato, ainda que ele não tenha experiência, mais fácil de ser contratado." Ela diz que as empresas dão preferência a profissionais que tenham, no mínimo, o segundo grau completo.

Vantagem - Márcia Siqueira, gerente da unidade São Paulo/Centro da agência de empregos Gelre, afirma que os cursos são considerados como uma vantagem frente aos concorrentes, mas a contratação será definida pela necessidade da firma.

Principalmente para as vagas de vendas de final de ano, algumas empresas não exigem experiência, mas que a pessoa seja pró-ativa e dinâmica. Os cursos ajudam, mas a pessoa deve ter o perfil para a vaga, diz.

Márcia acrescenta que cursos especializados são mais importantes para as vagas abertas na indústria. Aí, sim, uma pessoa que tenha um curso de panetone artesanal, ou de chocolates, para trabalhar no setor alimentício leva vantagem frente aquelas que não têm experiência nenhuma.

Opções - Cursos no setor industrial estão disponíveis no Serviço Nacional da Indústria (Senai) e outros dos setores de comércio e serviços podem ser encontrados no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Ambos oferecem tanto cursos pagos como gratuitos, dependendo da atividade que a pessoa pretende.

Na área do comércio, há cursos gratuitos oferecidos pela Secretaria de Estado de Relações de Trabalho de São Paulo, com duração de até três meses nas áreas de vendas, administração, indústria, construção civil, telemarketing, limpeza, informática, segurança e atendimento ao cliente.

Os interessados devem fazer o seu cadastro pela Internet, no site do Emprega São Paulo, ou comparecer a um Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT). As aulas, contudo, já começaram.

Bolso - As opções de cursos pagos nas áreas de comércio e serviço são numerosas. Há aqueles a distância, presenciais e até em domicílio, com duração variada. O mais importante é o candidato adequar as aulas a seu bolso e a seu objetivo profissional e procurar conhecer a credibilidade da instituição que ministra essas aulas.

O Instituto Politécnico de Ensino a Distância (iPED), de São Paulo, ministra cursos de técnicas de vendas e de telemarketing com 27 horas de duração e custa R$ 24,90, o acesso online por 30 dias. Já o Instituto Denver, do Rio de Janeiro, promove cursos de telemarketing e outros profissionalizantes por meio de envio de apostilas. O preço varia conforme o curso.

 

O que fazer para transformar o trabalho temporário em permanente

Especialistas dão dicas de como se destacar nas oportunidades de fim de ano

Todo fim de ano é sempre a mesma coisa. Milhares de jovens vão em busca de oportunidades para atuar como temporários. Principalmente, porque esta acaba sendo a grande chance de conquistar o tão sonhado emprego fixo.

Mas, o que fazer para chegar lá? Em primeiro lugar, quem quer ser efetivado nunca deve faltar ou chegar atrasado no trabalho. É o que recomenda Luciana Querino, gerente da Manpower, empresa de seleção. Acima de qualquer coisa, o temporário precisa encará-lo como um emprego permanente, ter força de vontade e interesse, afirma.

Iniciativa é outro pré-requisito. Não basta fazer suas atividades e ficar esperando que os superiores passem novas tarefas, afirma Liliana Notarrigo, gerente de RH da Allis, que também é especializada na contratação de profissionais. O candidato deve estar sempre atento, propor ações, vestir a camisa da empresa.

Ou seja, é a partir de sua atitude e desempenho que o empregador passa a considerar a possibilidade de contratá-lo. Por isso, tanto Luciana quanto Liliana recomendam que o profissional marque presença durante o período em que está no emprego temporário. Inclusive para que sejam lembrados mesmo após o término do contrato.

Muitas vezes, quando passam as festas de final de ano, não há vagas novas, época em que as vendas costumam cair, ressalta a gerente da Manpower. Mas se o temporário se destacou, virá à mente do recrutador no momento que uma oportunidade surgir. Há ainda casos em que esse profissional acaba substituindo um antigo funcionário que não estava correspondendo mais às expectativas, observa Liliana.

Segundo ela, a recolocação dos temporários costuma ser grande. Na Allis, em 2007, o índice de efetivação entre os temporários que foram selecionados pela consultoria foi de 20%. Enquanto na Manpower, esse número chegou a 35%.

Embora ninguém arrisque prever como será o cenário diante da crise, as agências acreditam manter os mesmos patamares. E a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) espera que sejam abertas 113 mil vagas em todo o País.

Entenda as características do trabalho temporário e quais os direitos dos funcionários

A contratação deve acontecer por intermédio de uma empresa prestadora de serviços, que se responsabiliza pelos encargos trabalhistas

A Páscoa deve representar emprego novo para cerca de sete mil brasileiros. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), a previsão de empregos temporários no período é de mais de 60 mil trabalhadores, número 5,87% maior em relação ao ano passado, com estimativa de efetivação em torno de 11,25%, após a data comemorativa.

Na Kopenhagen, o número de temporários contratados nesta época cresceu 20%, em relação ao ano anterior. Cerca de 600 funcionários foram recrutados para trabalhar na fábrica, tanto na produção dos ovos, quanto na linha de chocolates da marca. Além disso, a empresa ainda busca 80 profissionais para integrar a equipe de vendas nas lojas próprias.

A empresa sempre trabalha com temporários na Páscoa e no Natal, esclarece Magali Carvalho, gerente de RH da Kopenhagen. De acordo com ela, a expectativa de efetivação dos temporários fica, na média, em 10%. E para os que não são chamados, ainda há esperança, já que a empresa dá preferência pelos profissionais que já passaram por uma experiência anterior, diz.

Para explicar como funciona o trabalho temporário,  conversamos com Jismália Oliveira Alves, da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), entidade que representa as empresas que atuam na contratação dos profissionais. Confira a seguir, as características desta modalidade e os direitos de seus empregados.

O que é
O trabalho temporário pode acontecer em qualquer atividade. Ele existe para suprir uma demanda específica, como substituição de um empregado afastado por licença, ou para atender uma sazonalidade de produção, explica a especialista, da Asserttem.

A contratação do trabalhador deve acontecer por intermédio de uma empresa prestadora de serviços temporários, que faz a ponte entre a empresa tomadora do serviço e a mão-de-obra buscada. É preciso que a parte contratante redija um documento em que expressa o motivo justificador da demanda de trabalho temporário, assim como as modalidades de remuneração da prestação de serviço. Esse contrato será autorizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O trabalho temporário só se caracteriza nessa relação entre o tomador e a empresa que presta serviço com essa especialização e deve ter duração de três meses, podendo ser prorrogado por mais três, diz a especialista.

Direitos do temporário
O empregado temporário tem os mesmos direitos do efetivo, como jornada de oito horas, recebimento de horas extras, adicional por trabalho noturno, repouso semanal remunerado, 13º salário e proteção previdenciária. As exceções são para aviso prévio e recebimento da multa de 40% sobre o FGTS.

Os temporários devem receber férias proporcionais e aposentadoria. O período em que passou empregado é computado na carteira de trabalho. Por lei, o salário deve ser, pelo menos, o piso da função exercida, diz a especialista.

Empresa prestadora e contratante
O trabalhador temporário é contratado pela empresa prestadora de serviços de contratação, que é responsável por sua remuneração e encargos sociais. As empresas de trabalho temporário estão proibidas de exigir do empregado pagamento de qualquer importância, mesmo pela intermediação.

Ricardo José Malvestite, gerente de RH da Simm do Brasil, que fornece soluções inteligentes para mercado móvel, destaca a importância de possuir um bom parceiro na hora de fazer as contratações. A empresa tomadora é co-responsável, caso a fornecedora de mão-de-obra não arque com as obrigações, conta. 

Efetivação
Para Jismália, o emprego temporário é uma boa oportunidade de mostrar as competências ao empregador. Ao fim do contrato, os trabalhadores recebem seus direitos e depois, eventualmente, podem ser contratados.

Mas vale lembrar que o temporário também pode ser demitido, como em qualquer relação de empregado e empregador, afirma Jismália. Nesse caso, há indenização por dispensa sem justa causa ou término normal do contrato, correspondente a 1/12 (um doze avos) do pagamento recebido.

Na Simm, 20% dos 60 temporários foram efetivados. Segundo Malvestite, além de contratar as pessoas com encargos menores, a experiência com os temporários reduz custos no processo de recrutamento, quando existe contratação. Você já conhece os funcionários. Apenas seleciona os melhores e os efetiva, diz.

Cursos gratuitos agregam conhecimento na carreira

Profissionais devem buscar instituições reconhecidas, diz professora

Aquela dica de que você precisa para se sair melhor no trabalho ou incrementar o seu negócio pode estar mais próxima do que se pensa. E melhor: pode ser de graça.

Diversas instituições de ensino ministram palestras e cursos gratuitos que podem agregar não apenas o currículo do profissional, mas principalmente conhecimento para a área em que se atua, avalia Célia Marcondes, coordenadora do Núcleo de Estudos em Gestão de Pessoas da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Conteúdo - O valor que uma palestra agrega para o profissional ou o aluno depende do tema e do palestrante. Hoje muitas instituições oferecem palestras gratuitas de excelente qualidade e até debates. É bom estar atento e não ter nenhum preconceito por ser gratuita a palestra, aponta.

Algumas dessas palestras podem até mesmo ser mencionadas no currículo, segundo Célia, desde que seu conteúdo agregue conhecimentos importantes à sua função.

Especialmente se o profissional tem pouca experiência na área onde quer atuar, ou é seu primeiro emprego, mencionar que frequentou determinadas palestras denota uma pessoa interessada, acrescenta a headhunter e psicóloga organizacional Juliana Melo. 

Célia recomenda também que os profissionais participem de palestras gratuitas de instituições reconhecidas pela sua qualidade técnica e postura ética, ministradas por bons profissionais de diferentes áreas.

Confira algumas opções de palestras e cursos gratuitos:

Fórum Mundial de Educação Infanto-Juvenil
Serão debatidos quatro temas que terão a premissa: Educação é direito e é um bem público. Acontece de 25 a 27/2, em Osasco, São Paulo

Curso de Redação
Ensina elementos básicos da redação, como coesão, por exemplo
Instituição: Ideal Grátis

Empreendedor Individual
O curso mostra todas as etapas necessárias para a legalização do empreendedor e dá dicas sobre o dia a dia do negócio
Instituição: Sebrae

Introdução a Segurança da Informação
Situa o aluno no cenário atual e aborda os conceitos de tecnologia envolvidos no processo
Instituição: Fundação Bradesco

 

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